sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Como compartilhar a internet 3G com o connectify

Como compartilhar internet 3G utilizando a placa wireless de um notebook ou netbook. Em 2004 a internet 3G surgiu com a promessa de revolucionar o acesso móvel no país. Atualmente a maioria das grandes cidades e regiões metropolitanas já contam com a cobertura 3G.Mas apesar ser voltada para uso em portáteis,quando o assunto é compartilhamento de conexão,as possibilidades são bem limitadas.

Em 2004 a internet 3G surgiu com a promessa de revolucionar o acesso móvel no país. Atualmente a maioria das grandes cidades e regiões metropolitanas já contam com a cobertura 3G.Mas apesar ser voltada para uso em portáteis,quando o assunto é compartilhamento de conexão,as possibilidades são bem limitadas.
Uma das possibilidades seria comprar um roteador 3G;que custa numa de R$150,00 a 300 reais. O que é bem inviável ,se analizarmos a relação custo x beneficio. A outra opção seria utilizar um smartphone para compartilhar a conexão, mas isso reduziria vida utíl da bateria .Por isso neste tutorial mostraremos como compartilha-la utilizando a placa wireless de um notebook ou netbook.

Requisitos:

  • Connectify


Instalando o Connectify
1-Ao aparecer o setup de instalação do connectify clique em i agree (eu aceito os termos do contrato)

2-Ao fina lizar o processo de instalação selecione a opção Reboot now (reiniciar) e em seguida clique em finish(concluir)

Iniciando e configurando
Ao iniciar o aplicativo aparecerá duas janelas; na primeira clique na opção use free version( usar versão gratuita).

 

 

Feito isso vamos configurar o aplicativo.

1-na aba Settings , na opção hospot name vamos colocar o nome para a conexão.
2-na opção password vamos colocar a senha
3-selecione a coneção 3G que irá compartilhar( para escolhe-la é necessário que o dispositivo 3g esteja conectado a internet).
4-Apresenta o dipositivo wireless que ira distribuir o sinal.
5-Selecione o tipo de segurança e em seguida clique em Start hostpot.

Banda larga 4G no Brasil.


A Banda Larga 4G brasileira utilizará mesma tecnologia implantada no Estados Unidos e no Japão que é a LTE “Long Term Evolution” (Evolução de longo período) com velocidade superior a 10 megabit por segundo isso é um grande avanço se comparado com a tecnologia anterior 3G que é de apenas 1 megabit por segundo.

acelerado para implantar a tecnologia 4G antes da copa do mundo  essa tecnologia que já é realidade em alguns países como Estados Unidos e Japão vai chegar no Brasil com alguns anos de atraso, as faixas de freqüências que serão utilizadas de 2,5GHz terá data limite para a licitação é 30 de abril de 2012 e as empresas terão até 12 meses para implantação nas 12 sedes da copa que na prática significa disponibilizar a quarta geração no Brasil até 2013.

O termo 4G que é usado para definir a quarta geração da telefonia móvel más na prática o que sugere a União Internacional de Telecomunicações, órgão da ONU, que considera 4G a conexão com velocidade de download de pelo menos 100 Mbps. A tecnologia funciona perfeitamente em laboratório, mas ainda faltam alguns anos para chegar às ruas. Um dos principais desafios é reduzir o tamanho do aparelho receptor.

Com a implantação da tecnologia LTE chegando o sinal 4G nos dispositivos móvel os outros sinais 3G e 2G continuarão disponíveis, assim como na 3G quando sua rede esta sobrecarregada com muitas pessoas conectadas ao mesmo tempo com grande volume de tráfego o aparelho pode passar para uma tecnologia inferior com menos velocidade.



Qual é o ganho em usar Internet 4G?


Transmissão ao vivo pelo celular com melhor qualidade de imagem sem ficar travando a tela ou com falhas na imagem , poder baixar e enviar arquivos maiores em menos tempo remotamente por um dispositivo móvel e ainda não ficar o instabilidade em lugares com grande quantidade de pessoas como será nos jogos da copa do mundo porque dividimos o sinal com todo mundo que está acessando a rede.

Como a chedada da tecnologia 4G para cidades que serão sede da Copa do mundo quem ganhará com isso é a população que poderão utilizar banda larga 4G e terá a melhor internet móvel do país já o restante precisará aguardar o difundi mento da tecnologia para outras cidades.

Com smartphone Eluga, Panasonic deixa Android à prova de água


Em dezembro, a Panasonic prometeu lançar um smartphone com Android em 2012: é o Eluga, modelo ultrafino (7,8 mm de espessura) que começa a ser vendido na Europa em abril.

Google terá passeio virtual em 360° por oceano australiano

Mergulhar nas profundezas da Grande Barreira de Coral da Austrália, um dos patrimônios naturais da humanidade, está prestes a se tornar uma experiência disponível a qualquer pessoa com acesso a internet. Isso porque o Google vai levar os serviços Earth e Maps para o fundo do oceano.

No projeto Seaview (vista do mar, em tradução livre), lançado oficialmente nesta quinta-feira, câmeras farão fotos em 360° a uma profundidade de até 100 m e as imagens vão integrar os sistemas do gigante de buscas.
Profissionais de mergulho vão capturar, com um equipamento específico, mais de 50 mil imagens. Elas serão acrescidas aos serviços do Google através do Panoramio, que disponibiliza fotos a partir de localizações geográficas.

Em parceria com a ONG Underwater Earth e a empresa de seguros Catlin, o projeto Catlin Seaview Survey vai além de disponibilizar as imagens no Google. Na verdade, ele primordialmente é uma pesquisa sobre como está a composição e a saúde dos corais da região. O cientista-chefe do estudo e professor da Universidade de Queensland, Ove Hoegh-Guldberg, afirma que os dados coletados durantes as expedições ao fundo do mar vão ajudar os pesquisadores a entender como as mudanças climáticas e do meio ambiente podem afetar os ecossistemas da Grande Barreira australiana.
Mais do que isso, segundo ele, o destaque do Seaview está na possibilidade de colocar as informações à disposição do público. "Milhões de pessoas vão poder experimentar a vida, a ciência e a magia que existe sob a superfície dos nossos oceanos", exalta. O projeto tem o objetivo de engajar o público na ciência de uma maneira mais próxima e concreta.

A câmera usada para capturar as imagens foi desenvolvida especialmente par a expedição. As imagens poderão ser vistas em tempo real em um canal exclusivo no YouTube e também via Hangouts - os videochats do Google Plus. Pelos pesquisadores, as fotos dos 2,3 km de extensão da Grande Barreira ajudarão a identificar, a partir de reconhecimento eletrônico, as espécies de corais e animais em 20 pontos do local.
Por enquanto, o Seaview oferece em sua página oficial (no atalho http://bit.ly/yJN2Nw) uma visualização de demonstração de como será o "mergulho" virtual, graças a imagens feitas em Heron Bommie, uma região da Grande Barreira. O projeto como um todo deve sair do chão - literalmente - em setembro de 2012. Segundo a nota à imprensa, o Seaview também deve ser expandido nos próximos anos e chegar a outros oceanos no mundo.



Grande Barreira de Coral australiana receberá o projeto Seaview, misto de pesquisa científica e projeto para o cidadão comum.